quarta-feira, 28 de janeiro de 2015

Os hormônios: parte 2

Oi pessoas, tudo bem?

Hoje vim falar dos últimos andamentos do meu emagrecimento e dos hormônios bioidênticos. Primeiro fiz o tratamento fitoterápico, que relatei no último post (aqui). Depois de três meses refis os exames e tive ótimos resultados!! Vejam a diferença da testosterona nos meses de julho a novembro! A Testo total era menor do que 10, eles colocam esse valor quando não encontram testosterona. Em novembro já consegui aumentar para 37,8... Isso foi com os fitoterápicos da minha nutri. Na real? Jurava que não iria dar certo. Imagina que uma raiz peruana (Maca) ou umas plantinhas iriam mudar meus hormônios! Quebrei a cara, hehheheheh. Também fiz reposição de Vitamina D e B12, pois como vocês podem notar estava bem baixa. Vejam como melhoraram!!! Eu já tomava antes as vitaminas, mas não cuidava da minha flora bacteriana e provavelmente não tinha uma boa absorção dos nutrientes. Gente, é muita coisa, é muito detalhe, por isso é tão importante ter um bom profissional para ajudar a gente. Eu sou uma afortunada, pois tive muita sorte de encontrar os dois melhores profissionais que eu poderia conhecer.


Bem, essa foi minha evolução com o acompanhamento da nutri. Em novembro, conversei com o Dr. André Eichstaedt (da Clínica Lipo Brasil) sobre esses meus probleminhas e resolvi tentar o tratamento com hormônios bioidênticos que ele me falou. Quero deixar bem claro que não tive nenhum problema com minha nutri, adoro ela e mantemos contato. Pretendo voltar nela de tempos em tempos, até porque adoro a metodologia dela. Mas nesse momento vi a necessidade de seguir com apenas um profissional, já que o Dr. André é também Nutrólogo, não fazia sentido....

Enfim, fui na consulta com Dr. André (que por sinal é um gato, mas eu não posso falar isso porque ele lê meus posts e eu fico com vergonha, mas pronto, falei, heheheh). E a minha esperança era começar o tratamento com os hormônios bioidênticos e ficar linda e loira em 15 dias, kkkkkkkkkk!!!!

Claro que isso NÃO aconteceu, porque isso só acontece com as divas do Instagram e eu sou gente como a gente, de carne e osso e claro que não iria ser fácil!!! 

Nos primeiros 15 dias não vi nenhum resultado, mas o Dr. André me tranquilizou dizendo que era normal. Alterou a minha dieta, mandou eu fazer HIIT e continuei firme e forte. Uma das minhas metas era ganhar massa muscular e percebo que estou conseguindo. Ainda não fiz o exame que mostra certinho, mas quando fizer venho contar. Para ganhar massa passei a fazer recargas de carboidratos. É mais ou menos assim, dieta slowcarb e duas vezes por semana, recargas de 3 horas de batata doce... Claro que eu também estava na esperança que seria recarga de sorvete, macarrão e pizza, kkkkkkk. Mas nada disso, é recarga de comida de verdade (tipo uma 700g de batata doce cozida - em 3 horas). Essa foi a principal mudança na minha dieta. Antes até tomava um vinho de vez em quando, mas agora cortei isso também. Afinal a vida é feita de escolhas e não dá para ter tudo!!! Acredita que brindei o Réveillon com água? Mas foi na boa, sem stress e sem cobrança.

Faz três meses que estou fazendo o tratamento e nas últimas semanas percebi que a balança baixou, as gordurinhas estão indo embora e começo a perceber as formas dos músculos. Pessoal, isso é um processo e precisa ter calma, mas o legal é saber que dá pra "arrumar".


Leiam e se informem sobre os hormônios bioidênticos, a internet tem muito material bom! Fiquem com um trecho do post do Dr. André...

beijos
Ju ;)


Trecho do post: Hormônios, menopausa e anticoncepcionais: parte 1  - do Dr. André Eichstaedt




Terapia de reposição com hormônios sintéticos não-bioidênticos  (remédios de hormônios)

Uma das decisões mais complexas enfrentadas pelas mulheres foi o uso ou não da terapia de reposição hormonal  com hormônios sintéticos NÃO-bioidênticos.  Uma vez prescrita,  a terapia  de reposição  hormonal visava aliviar os sintomas vasomotores e  também atuar como uma estratégia para prevenir várias doenças que  se  aceleram após a menopausa, incluindo a osteoporose e doenças cardiovasculares. Mais de 30% das mulheres após a menopausa nos Estados Unidos usam atualmente a terapia de reposição hormonal com remédios de hormônios infelizmente.

Um grande debate a respeito  da terapia  de reposição  hormonal tradicional foi realizado através do estudo Women´s Health Initiate  (WHI),  fazendo com que suscitassem pesquisas no campo da terapia hormonal tradicional com remédios de hormônios. A pesquisa que avaliou mais de 27.000 mulheres menopausadas durante 5,2 anos mostrou um aumento significativo do risco de câncer de mama, infarto do miocárdio, acidente vascular cerebral e tromboembolismo venoso. Tal estudo  foi interrompido precocemente devido a uma relação risco-benefício desfavorável para terapia de reposição com hormônios sintéticos não-bioidênticos.
Enfim, é óbvio que qualquer médico em sã consciência ficaria no mínimo receoso em prescrever tais drogas para suas pacientes, após a divulgação destes resultados  e é por este motivo que há tanto medo em falar de hormônios hoje.

Mas perceba que o problema real é que a absoluta maioria dos médicos viveu e ainda vive pensando que estes remédios são iguais aos hormônios

Ora, não são nem iguais e nem entram no corpo como deveriam, ou seja, está tudo errado e é por isto que causaram tantos problemas. Se hormônios do próprio corpo causassem problemas, as meninas de 20 anos, no ápice de seus níveis hormonais teriam todos os problemas, não é mesmo? E quando ocorrem problemas, como já demonstrei: justamente na fase em que a mulher perde seus hormônios!

Veja por exemplo a diferença estrutural entre Progesterona natural, e uma das que são vendidas como progesterona, mas que na verdade é Medroxi-Progesterona (acrescentado um radical e tudo muda, pois vira algo estranho para o corpo):



Eu sempre costumo dizer que sorte de quem sente estes sintomas, pois procurarão auxílio médico, uma vez que mesmo quem não sente está sofrendo das mesmas mudanças metabólicas e dos mesmos riscos pela falta dos hormônios, fundamentais para a qualidade de vida e da saúde. Só que já que o brasileiro só costuma procurar o médico quando acontece algum problema visível, perde a oportunidade de NÃO ter o problema, de evitar prevenindo muitas vezes de formas simples.

Digo isto, pois os números são assustadores, tanto quanto os sintomas. Se analisarmos por exemplo o risco de infarto, veremos que até os 50 anos, para cada 1 mulher infartada, são 20 homens. Dos 50 aos 65, a estatística se torna 5 homens para cada 1 mulher. E a partir dos 65 anos, os números se igualam, ou seja, homens e mulheres enfartam com a mesma incidência! 

Ora, não precisa ser nenhum gênio para concluir que a única coisa que muda nas mulheres com os 50 anos, é o início do climatério (nome correto para a fase após o evento da menopausa). Portanto, também não é preciso ser nenhum gênio para perceber a importância que faz ter hormônios e a falta que eles fazem.

A Modulação hormonal Bioidêntica é um meio natural e quando realizada por especialistas seguindo todos os critérios e protocolos, extremamente seguro e eficaz de equilibrar e otimizar metabolicamente os níveis hormonais benéficos individuais de cada pessoa. O medo a respeito disso me parece tão absurdo, até porque anticoncepcionais orais são dados às meninas, desde seus 14 anos de idade com absoluta naturalidade e não passam de hormônios sintéticos com poder de alterar toda cascata hormonal sexual da menina. Qual seria então o problema de reequilibrar esta situação com hormônios feitos exatamente com a mesma estrutura bioquímica molecular dos do corpo?

Uma pequena historia para finalizar.

“Em um povoado antigo, existia um senhor que tinha um poder muito especial: o poder da adivinhação.
Ele nunca havia errado nenhuma pergunta até então e sua fama atravessava fronteiras.
Certo dia, um garoto muito esperto resolveu que naquele dia, ficaria marcado para história pois enganaria o velho sábio pela primeira vez. Faria ele errar a adivinhação.
Pegou um passarinho em suas mãos e arquitetou sua peça. Seguraria com as duas mãos o pássaro atrás do corpo. Perguntaria ao sábio se o pássaro estava vivo ou morto. Caso ele dissesse que estava vivo, ele apertaria com a mãos o pescoço do pobre animal e mataria. Caso a resposta fosse que ele estava morto, ele o deixaria vivo e mostraria àquele senhor que, invariavelmente, estaria equivocado.
Partiu então o menino até chegar ao velho, escondeu as duas mãos atrás do corpo segurando o passarinho e perguntou:
- Então senhor das adivinhações, você que tem o dom da sapiência e que diz nunca ter errado, sabe se o animal que seguro em minhas mãos está vivo ou morto?
O velho homem pensou entristecido por cerca de 1 minuto, colocou uma das mãos sobre a cabeça do garoto acariciando seus cabelos e disse:
-  Amado garoto, a resposta está em suas mãos!”

Bem amigos, a escolha está eu suas mãos. Pesquisar, ir atrás da verdade e ter a oportunidade de viver com saúde, de não ser manipulado e ter as verdades escondidas de vocês depende única e exclusivamente de vocês.  Sinto-me honrado e agradeço diariamente por ter tido a oportunidade de viver isto em minha saúde e de minha família. Sinto também que é minha obrigação lutar para que o máximo de pessoas tenham oportunidade ao menos de ter o conhecimento. A partir daí, fazer ou não fazer algo, ir ou não atrás de ter saúde são escolhas pessoais. Independente disto, se eu conseguir mudar a vida de uma pessoa só, estarei presenteado e sentirei que fiz a minha parte.

              “A velhice parece ser a única doença. Todas as outras estão contidas nela.”
                                                          Ralph Waldo Emerson





Terapia de reposição com hormônios sintéticos não-bioidênticos  (remédios de hormônios)
Uma das decisões mais complexas enfrentadas pelas mulheres foi o uso ou não da terapia de reposição hormonal  com hormônios sintéticos NÃO-bioidênticos.  Uma vez prescrita,  a terapia  de reposição  hormonal visava aliviar os sintomas vasomotores e  também atuar como uma estratégia para prevenir várias doenças que  se  aceleram após a menopausa, incluindo a osteoporose e doenças cardiovasculares. Mais de 30% das mulheres após a menopausa nos Estados Unidos usam atualmente a terapia de reposição hormonal com remédios de hormônios infelizmente.
Um grande debate a respeito  da terapia  de reposição  hormonal tradicional foi realizado através do estudo Women´s Health Initiate  (WHI),  fazendo com que suscitassem pesquisas no campo da terapia hormonal tradicional com remédios de hormônios. A pesquisa que avaliou mais de 27.000 mulheres menopausadas durante 5,2 anos mostrou um aumento significativo do risco de câncer de mama, infarto do miocárdio, acidente vascular cerebral e tromboembolismo venoso. Tal estudo  foi interrompido precocemente devido a uma relação risco-benefício desfavorável para terapia de reposição com hormônios sintéticos não-bioidênticos.
Enfim, é óbvio que qualquer médico em sã consciência ficaria no mínimo receoso em prescrever tais drogas para suas pacientes, após a divulgação destes resultados  e é por este motivo que há tanto medo em falar de hormônios hoje.
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Uma das decisões mais complexas enfrentadas pelas mulheres foi o uso ou não da terapia de reposição hormonal  com hormônios sintéticos NÃO-bioidênticos.  Uma vez prescrita,  a terapia  de reposição  hormonal visava aliviar os sintomas vasomotores e  também atuar como uma estratégia para prevenir várias doenças que  se  aceleram após a menopausa, incluindo a osteoporose e doenças cardiovasculares. Mais de 30% das mulheres após a menopausa nos Estados Unidos usam atualmente a terapia de reposição hormonal com remédios de hormônios infelizmente.
Um grande debate a respeito  da terapia  de reposição  hormonal tradicional foi realizado através do estudo Women´s Health Initiate  (WHI),  fazendo com que suscitassem pesquisas no campo da terapia hormonal tradicional com remédios de hormônios. A pesquisa que avaliou mais de 27.000 mulheres menopausadas durante 5,2 anos mostrou um aumento significativo do risco de câncer de mama, infarto do miocárdio, acidente vascular cerebral e tromboembolismo venoso. Tal estudo  foi interrompido precocemente devido a uma relação risco-benefício desfavorável para terapia de reposição com hormônios sintéticos não-bioidênticos.
Enfim, é óbvio que qualquer médico em sã consciência ficaria no mínimo receoso em prescrever tais drogas para suas pacientes, após a divulgação destes resultados  e é por este motivo que há tanto medo em falar de hormônios hoje.
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